quarta-feira, 23 de novembro de 2011

PAINEL GEOGRÁFICO - FOTOS


O Painel Geográfico dos 6ºs anos será sobre a importância das florestas no equilíbrio  do ecossistema. Cada grupo estará construindo uma árvore, que juntas formarão uma floresta. O painel vai expor a floresta, TUDO VERDE e vai expor também o desmatamento, VERDE EM PERIGO.

QUANTO VALE UMA ÁRVORE

Cada árvore na cidade funciona como um ecossistema, formando um habitat rico no seu entorno.

Nela, moram vários pássaros importantes para o combate a insetos.

Além disso, as árvores são componentes essenciais do ponto de vista climático e da qualidade do ar.

Por meio da fotossíntese, ajudam na renovação do oxigênio para reter a sujeira que fica em suspensão na atmosfera.

As árvores também contribuem na conservação do solo e para a chegada das chuvas, pois participam da evapotranspiração.


SAIBA MAIS:


O papel é feito de celulose (fibra de plantas), mas a melhor forma de obtê-la é com florestas plantadas para essa finalidade. Assim, evita-se que florestas nativas, como a Amazônica e os remanescentes de Mata Atlântica, sejam usadas para produzir papel e também móveis, lenha e carvão vegetal.

Hoje, além de uma pequena quantidade feita de reciclagem, a maior parte da produção de papel e celulose vem de áreas reflorestadas, principalmente o eucalipto.



domingo, 28 de agosto de 2011

CHUVA ÁCIDA

A chuva ácida ocorre quando existe na atmosfera um número muito grande de enxofre (SO2) e óxidos de nitrogênio (NO, NO2, N2O5) que, quando em contato com o hidrogênio em forma de vapor, formam ácidos como o ácido nítrico (HNO3), ou o ácido sulfúrico (H2SO4).


As águas da chuva, assim como a geada, neve e neblina, ficam carregadas de ácido sulfúrico ou ácido nítrico. Ao caírem na superfície, alteram a composição química do solo e das águas, atingem as cadeias alimentares, destroem florestas e lavouras, atacam estruturas metálicas, monumentos e edificações.

INVERSÃO TÉRMICA



A inversão térmica é um fenômeno meteorológico facilmente visto nas grandes cidades como São Paulo ou Nova York, principalmente no inverno. É aquele facho de luz cinza alaranjado que divide o céu um pouco antes de anoitecer.

Para entender o fenômeno é preciso ter em mente o seguinte: o ar quente, menos denso e mais leve, tende a subir e o ar frio, mais denso e pesado, tende a descer.
 
Para que ocorra a inversão térmica é preciso alguns fatores específicos como baixa umidade do ar (comum nos invernos paulistanos, por exemplo). O fenômeno pode ocorrer em qualquer época do ano, mas fica mais intenso nas épocas de noites longas, com baixas temperaturas e pouco vento.

Mas o que efetivamente acontece com a inversão térmica?

Quando chega o final da tarde de um dia de inverno em São Paulo, os raios solares tornam-se mais difusos e frágeis, assim o solo da cidade se resfria rapidamente. E conseqüentemente, o ar próximo do solo se resfria rapidamente. Aquele ar quente que ainda está na atmosfera continua a subir, mas o ar frio próximo ao solo, por ser mais denso e pesado, fica parado. Assim a temperatura cai ainda mais e os poluentes, que normalmente são "levados" pelo ar quente, acabam retidos na camada mais baixa da atmosfera.

ILHA DE CALOR



Ilha de calor é um fenômeno climático que ocorre a partir da elevação da temperatura de uma área urbana se comparada a uma zona rural, por exemplo. Isso quer dizer que nas cidades, especialmente nas grandes, a temperatura é superior a de áreas periféricas, consolidando literalmente uma ilha (climática). 
A intensificação das ilhas de calor afeta a saúde da população e das cidades. Aumenta a concentração de gases tóxicos, o que pode levar a um aumento da mortalidade por doenças respiratórias, além de afetar a pressão arterial, aumentar os níveis de estresse.Também faz com que se desenvolva um maior índice de chuvas, que, combinado com a impermeabilização dos solos, pode resultar em enchentes catastróficas, como as ocorridas neste ano nas cidades do Rio de Janeiro e em São Paulo. 

Três medidas principais para amenizar as temperaturas e os problemas decorrentes da formação das ilhas de calor. 

A primeira é a arborização e o aumento de áreas verdes, que ajuda a diminuir o acúmulo de energia e a resfriar o ar. As outras duas são desafios a arquitetos e engenheiros. “Otimizar os espaços da cidade, ou seja, conhecer a orientação do vento e da radiação solar natural para facilitar o planejamento das casas e prédios visando diminuir o uso de energia e escolher materiais de construção adaptados às realidades locais, considerando propriedades térmicas e a capacidade de absorção”.

Múltiplos fatores são responsáveis pela formação dessas ilhas.  
 
A construção de prédios impede que os ventos refresquem as regiões centrais. A poluição causada por automóveis e indústrias torna as cidades mais abafadas e as áreas pavimentadas irradiam 50% a mais de calor do que superfícies com vegetação.